sábado, 25 de fevereiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
PAUSA PARA UM VOO DE VERDADE.
10 de dezembro de 2011. Chegamos no Aeroclube de Biritiba Mirim por volta das 9 da manhã e o avião já estava pronto para ser checado. A manhã estava linda, céu de brigadeiro.
Após abartecer o Comandante Zé Henrique me pede para ajuda-lo na checagem, são muitos ítens mas as normas de segurança tem que ser cumpridas.
Tudo OK, afivelamos os cintos e o Zé Henrique solicita permissão para decolagem. Dou uma checada na câmera e vamos para a cabeceira uno dois.
Após a checagem dos magnetos o comandante aproa no contravento e acelera.
Ao atingir 65 km/h, uma ligeira cabrada e o avião descola da pista.
Em poucos segundo contemplamos as plantações de hortaliças do cinturão verde de S.Paulo.
Fazemos um sobrevoo pela região para fazer uma perna longa rumo ao norte...
...até as imediações da Represa Ponte Nova, agora uma guinada para leste a caminho da Serra do Mar.
Em alguns minutos estávamos sobre ela, linda, talvez o mais belo verde que já vi, que de repente ...
...mergulha sobre o mar, lá embaixo a 7500 pés vemos a praia de Guaratuba, Riviera de São Lourenço e Praia da Bertioga.
Sobrevoamos por alguns minutos e rumamos para oeste, estamos a apenas 40 minutos de voo.
De volta pra casa, a 6000 pés o comandante me passa manche e pedais e me aponta a referência em terra que devo manter a proa.
O Zé Henrique me canta a altitude até chegar a 3000 pés, quando já com a pista na proa ele assume o comando.
Voamos em paralelo a pista até a distância ideal para fazermos a perna de pouso, lá esta a pista, no nosso nariz.
Aos poucos ela vai crescendo, até sentirmos o trem de pouso tocar o solo.
Corremos até o fim da pista e fazemos uma curva para a área de manobra.
Lá se foram meus primeiros 40 minutos de manche...
...sobre a instrução do Comandante Zé Henrique, tudo anotadinho no seu diário.
Após abartecer o Comandante Zé Henrique me pede para ajuda-lo na checagem, são muitos ítens mas as normas de segurança tem que ser cumpridas.
Tudo OK, afivelamos os cintos e o Zé Henrique solicita permissão para decolagem. Dou uma checada na câmera e vamos para a cabeceira uno dois.
Após a checagem dos magnetos o comandante aproa no contravento e acelera.
Fazemos um sobrevoo pela região para fazer uma perna longa rumo ao norte...
...até as imediações da Represa Ponte Nova, agora uma guinada para leste a caminho da Serra do Mar.
Em alguns minutos estávamos sobre ela, linda, talvez o mais belo verde que já vi, que de repente ...
...mergulha sobre o mar, lá embaixo a 7500 pés vemos a praia de Guaratuba, Riviera de São Lourenço e Praia da Bertioga.
Sobrevoamos por alguns minutos e rumamos para oeste, estamos a apenas 40 minutos de voo.
De volta pra casa, a 6000 pés o comandante me passa manche e pedais e me aponta a referência em terra que devo manter a proa.
O Zé Henrique me canta a altitude até chegar a 3000 pés, quando já com a pista na proa ele assume o comando.
Voamos em paralelo a pista até a distância ideal para fazermos a perna de pouso, lá esta a pista, no nosso nariz.
Aos poucos ela vai crescendo, até sentirmos o trem de pouso tocar o solo.
Corremos até o fim da pista e fazemos uma curva para a área de manobra.
Lá se foram meus primeiros 40 minutos de manche...
...sobre a instrução do Comandante Zé Henrique, tudo anotadinho no seu diário.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
CHEGARAM, MOTOR E ESC.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
FINALMENTE PRONTO PARA VOAR


Um acidente na laminação da asa não comprometeu a estrutura apenas algumas bolhas no bordo de ataque, agora falta apenas a chegada do motor Turnigy 3542 para o primeiro voo por enquanto sem o equipamento de FPV. O peso com linkagem, servos, RX e Esc ficou em 935 gramas e somando mais 300 gramas da bateria dá uma folga de 565 gramas para chegar ao peso do projeto, acredito que o equipamento FPB não chega sequer a 200g. o que dará por volta de 1435g total, 365g abaixo do peso de projeto (1800g). Considerando a área de 28,4 decímetros quadrados a carga alar ficará em 50g por dec.2 para o 3542 que tem um empuxo de 2000g. Dá e sobra.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
A POUCOS PASSOS DE FICAR PRONTO.
A fuselagem foi pintada com verniz sintético a base d'água que é muito bom de se trabalhar, seca em 30 minutos e não tem cheiro, nada de thiner ou água raz. As asas foram cortadas em deprom com um resultado muito bom embora seja ligeiramente mais pesado é melhor que o isopor expandido, mais fácil de lixar e ideal para laminar com resina epóxi, a baioneta é um tubo de fibra de carbono.
domingo, 31 de julho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
7ª PARTE-PROTÓTIPO LAMINADO



Em resina poliéster e tecido de fibra de vidro 190 g ficou muito fina o que levou a laminar mais uma camada deixando com 242 g, talvez o ideal será com uma camada 320 g e resina epóxi e reforços em algumas áreas que sobrem maior tensão e pressão. O leme vertical na primeira foto foi laminado vácuo com miolo de isopor e tecido 160g e suporta dois quilos apoiado nas extremidades.
sábado, 11 de junho de 2011
PROTÓTIPO DA FUSELAGEM
sexta-feira, 10 de junho de 2011
TESTE DE VÁCUO
segunda-feira, 23 de maio de 2011
6ª PARTE - O MOLDE FINAL

O plug depois de pintado colado numa superfície plana e polido, uma mão de desmoldante a base de PVA é aplicado com pincel, depois de seco aplica-se o gelmold laranja que fica com uma espessura entre 0,3 a 0,8 mm, em 24 horas ele estará curado ao ponto ideal de se começar a laminação de fibra de vidro com duas camadas de manta, agora a cura será mais demorada, por volta de 72 horas
pois o molde tem que ficar bem rígido, curado, está na hora de tirar o plug que nem sempre conseguimos saca-lo de uma vez só uma vez que o isopor é frágil.
Pronto, o molde final está a salvo com alguns retoques a serem feitos o que é natural.
domingo, 8 de maio de 2011
5ª PARTE - MOLDANDO O PLUG
A moldagem do plug é um trabalho demorado, primeiro usa-se lixa 80 e comparando com o desenho original usando gabaritos recortados em cartão até que com lixa fina chegue ao ponto de receber uma pintura de fundo, com massa corrige-se imperfeições e mais uma camada de fundo é aplicada para receber uma pintura lisa e brilhante. O plug pronto, injeta-se álcool com seringa na emenda onde as chapas foram unidas para dissolver os pontos de cola, o próximo passo será cfixar as duas faces em uma superfície plana para fazer o molde negativo que será usado para a moldagem a vácuo.
O canopy será uma peça moldada em resina e dela sairão exemplares em acrílico transparente em vacum forming.
PROJETO DE MODELO FPV -4ª PARTE - CONSTRUÇÃO


Decidi construí-lo laminado em fibra de aramida ou vidro, pois a idéia é ter um modelo com mais espaço, estrutura, acabamento e resistência, coisa que o isopor deixa a desejar, o projeto em si tem a geometria do SDZ 53, planador acrobático extremamente ágil. A motorização elétrica ficará no prolongamento da cabine que tem espaço suficiente para todo o equipamento de FPV e bateria até maior que a 2.200 , o transmissor de vídeo poderá ficar dentro da cauda bem atrás evitando assim interferências proveniente dos outros eletrônicos. Anexo estão fotos do plug em isopor para a confecção do molde final para laminação.
A envergadura será de 1600mm ou mais o que garante melhor planeio sem uso do motor para economia de energia elétrica.
O desenho do perfil é recortado em duas faces alumínio 0,3mm e colado em duas chapas de EP coladas em alguns pontos apenas com uma resistência esticada num arco é cortado conforme a foto, linhas de referência são feitas longitunalmente facilitando a operação de esculpir com lixa.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
PROJETO DE MODELO FPV - 3ª PARTE
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