domingo, 31 de julho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
7ª PARTE-PROTÓTIPO LAMINADO



Em resina poliéster e tecido de fibra de vidro 190 g ficou muito fina o que levou a laminar mais uma camada deixando com 242 g, talvez o ideal será com uma camada 320 g e resina epóxi e reforços em algumas áreas que sobrem maior tensão e pressão. O leme vertical na primeira foto foi laminado vácuo com miolo de isopor e tecido 160g e suporta dois quilos apoiado nas extremidades.
sábado, 11 de junho de 2011
PROTÓTIPO DA FUSELAGEM
sexta-feira, 10 de junho de 2011
TESTE DE VÁCUO
segunda-feira, 23 de maio de 2011
6ª PARTE - O MOLDE FINAL

O plug depois de pintado colado numa superfície plana e polido, uma mão de desmoldante a base de PVA é aplicado com pincel, depois de seco aplica-se o gelmold laranja que fica com uma espessura entre 0,3 a 0,8 mm, em 24 horas ele estará curado ao ponto ideal de se começar a laminação de fibra de vidro com duas camadas de manta, agora a cura será mais demorada, por volta de 72 horas
pois o molde tem que ficar bem rígido, curado, está na hora de tirar o plug que nem sempre conseguimos saca-lo de uma vez só uma vez que o isopor é frágil.
Pronto, o molde final está a salvo com alguns retoques a serem feitos o que é natural.
domingo, 8 de maio de 2011
5ª PARTE - MOLDANDO O PLUG
A moldagem do plug é um trabalho demorado, primeiro usa-se lixa 80 e comparando com o desenho original usando gabaritos recortados em cartão até que com lixa fina chegue ao ponto de receber uma pintura de fundo, com massa corrige-se imperfeições e mais uma camada de fundo é aplicada para receber uma pintura lisa e brilhante. O plug pronto, injeta-se álcool com seringa na emenda onde as chapas foram unidas para dissolver os pontos de cola, o próximo passo será cfixar as duas faces em uma superfície plana para fazer o molde negativo que será usado para a moldagem a vácuo.
O canopy será uma peça moldada em resina e dela sairão exemplares em acrílico transparente em vacum forming.
PROJETO DE MODELO FPV -4ª PARTE - CONSTRUÇÃO


Decidi construí-lo laminado em fibra de aramida ou vidro, pois a idéia é ter um modelo com mais espaço, estrutura, acabamento e resistência, coisa que o isopor deixa a desejar, o projeto em si tem a geometria do SDZ 53, planador acrobático extremamente ágil. A motorização elétrica ficará no prolongamento da cabine que tem espaço suficiente para todo o equipamento de FPV e bateria até maior que a 2.200 , o transmissor de vídeo poderá ficar dentro da cauda bem atrás evitando assim interferências proveniente dos outros eletrônicos. Anexo estão fotos do plug em isopor para a confecção do molde final para laminação.
A envergadura será de 1600mm ou mais o que garante melhor planeio sem uso do motor para economia de energia elétrica.
O desenho do perfil é recortado em duas faces alumínio 0,3mm e colado em duas chapas de EP coladas em alguns pontos apenas com uma resistência esticada num arco é cortado conforme a foto, linhas de referência são feitas longitunalmente facilitando a operação de esculpir com lixa.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
PROJETO DE MODELO FPV - 3ª PARTE
domingo, 13 de fevereiro de 2011
PROJETO DE MODELO FPV -2ª PARTE
sábado, 12 de fevereiro de 2011
PROJETO DE MODELO FPV


Provavelmente chegaram para ficar, os aeromodelos monitorados por sistema de vídeo e telemetria estão ao alcance e cada vez mais sofisticados e com custos viáveis, para os leigos uma rápida explicação.
Trata-se de modelos que levam no seu interior uma câmera de vídeo e transmissores que além de som e imagem transmitem também dados de telemetria assim como os carros de F1 e os Predadores que forças armadas usam. Os recursos mais usados são; carga de bateria, horizonte artificial, temperaturas, altitude, velocidade, funções de GPS que acoplado a um sistema que em caso de perda de sinal faz o retornar retornar ao ponto de partida e mais uma série de utilidades, as imagens são recebidas por um receptor que ligado a um PC ou um óculos especial,
Conversando com o pessoal que faz o FPV resolvi projetar um modelo dedicado a esse tipo de vôo e aplica-lo no futuro a um veleiro da Classe J com os necessários recursos que são poucos e organizar regatas com o comando visual a bordo.
Quando ficará pronto, ainda não sei mesmo porque não tenho pressa e a grana está curta, de qualquer forma ai está o primeiro desenho feito enquanto saboreava um cheese salada na A Chapa.
Uma ilustração mais detalhada feita no Adobe Ilustrator já dá uma idéia melhor do modelo que poderá sofrer mudanças conforme o projeto for andando.
sábado, 22 de janeiro de 2011
Geração Beat.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Como nasceu a idéia.
José Henrique Teixeira me contou da sua admiração pelo Mari-cha e a construção de uma réplica que ao fazer descobriu alguns detalhes que não o satisfizeram, foi então que resolvemos começar do zero, de posse de um jpeg da planta que ele me enviou e de pesquisa mais na web estou redesenhando uma nova e mais detalhada na escala 1:30. Os primeiros desenhos já estão prontos e em breve começaremos a construção dos plugs para o molde do casco e do convés. Um será feito aqui no Brasil e o outro em Londres já que o José mora por lá.
sábado, 4 de dezembro de 2010
O PRÓXIMO VELEIRO




Mari-Cha III, além de belo que é também o mais rápido de seu tipo e do tamanho do mundo. Vencedor em 1997 do prêmio da Sociedade Superyacht para o Best Sail Yacht mais de 36 metros, bem como o prêmio de Melhor Interior de Sail Yacht .
O MARI-CHA III foi desenhado por John Munford, seu alojamento foi soberbamente executado por fabricantes especializados. O Mari-Cha III SuperMaxi quebrou o recorde Atlântico.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Mike takes the Euro Fighter for a spin
Réplica do Euro Fighter em escala com uma micro câmera instalada na cauda mostra suas manobras.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
ME VEM A CABEÇA...
Diferente do relógio de pulso
o de parede está sempre parado.
Com chuva grossa ou chuva fina,
o limpador de parabrisas da direita
funciona sempre melhor
do que o da esquerda.
Fazendo xixi eu me pergunto,
o que faz esta formiguinha
vagando neste azuleijo
à esta hora da madrugada?
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Obras de arte
Além de ser um movelheiro de primeira mão, Fernando Marialva constrói caiaques em madeira com o mesmo carinho. A montagem é feita da mesma forma que os barcos de madeira a qual ele escolhe, fatia em varetas de 10mm x 10mm e no processo strip vai dando forma
a peça, usando resina de epóxi em toda a construção é aplicado um vél de fibra de vidro depois de muita lixa, o polimento vem por último.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
ASA VOADORA RC



B-120 – Bragget’s 120
Asa planadora ou motorizada em poliestireno expandido com a superfície resinada e entelada com Oracal 651, elevons em balsa, winglets em depron, base para fixação de motor no intradorso e extradorso em compensado de madeira e manta de fibra de vidro, reforso transversal com duas varetas de 3 mm de fibra de vidro, uma nervura central em chapa de fibra de vidro de 1,5mm com empunhadura para lançamento servindo também como Sky para pouso, canopy moldado transparente. Asa com aerofólio semi-simétrico usado no planador acrobático SDZ-59, cores: branco, vermelho, amarelo com decoração padrão( asa direita com faixa xadrez).
Encontra-se à venda Ultimate - www.rcstudioho.lojatemporária.com.br ou em contato com este blog.
Envergadura - 1200 mm
Peso sem equipamentos - 340 g
Peso ideal para vôo - até 500g
Peso máximo para vôo - 600 g
sábado, 6 de dezembro de 2008
Conheça www.classejrcbrasil.blogspot.com

Pesquisando referências do famoso barco Endeavour II encontrei o site oficial da Classe J nos EUA, uma agradável surpresa pois no Brasil não temos no nautimodelismo, assumi então a empreitada de montar a classe.
Nos Estados Unidos são na escala de 1/16 do Endeavour do Ranger e outros porém sem serem necessarimente uma réplica fiel e detalhada, a idéia é manter a beleza e elagância desses iates.
No blog www.classejrcbrasil.blogspot.com os interessados poderão acompanhar a construção do protótipo na escala de 1/32 que servirá como plug para a construção de 10 exemplares que comporão a primaira flotilha da Classe J RC Brasil e
futuramente, quando a classe for oficializada faremos também na escala 1/16 pois, dado seu tamanho (3,20m de mastro), acredito ficar restrita a um grupo menor.
O site Official J Class abriu a página Intenational JClass e como primeiro conteúdo divulga nosso blog , conheça em www.officialjclass.org que mostra as atividades e o regulamento da classe nos EUA.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
CAT BOATS






Cat boats, são assim chamados porque se comportam como um gato: rápidos, ágeis, bem equilibrados, e calmos. Eles foram desenvolvidos no início do século XVIII e amplamente utilizados em torno de Cape Cod para todos os tipos de pesca costeira e transporte local. Trabalhando, os catboats viram seu pico de utilização cerca de um século atrás. Dado a sua fácil construção. se tornaram populares para pequenos cruzeiros e regatas.
A réplica está na escala de 1:10, baseada no projeto do Madam Tirza 20" de Charles Witholz publicado no catálogo da Wooden Boats.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
UMA EMBARCAÇÃO CLÁSSICA DE MADEIRA.



Wooden Boats, mais que uma revista especializada em barcos clássicos de madeira,
uma verdadeira escola para quem aprecia as clássicas embarcações de madeira.
O barco acima foi desenhado tomando como base um projeto de Philip C. Borger,
o Fantail Launch, uma embarcação também do século XVIII movida a vapor usado para passeios em águas abrigadas, hoje ainda é construído com a mesma arquitetura e movido a diesel porém muitos instalam motores a vapor fabricados em pequenas escala nos EUA.
A construção no projeto original é em striping (sarrafos largos de madeira) ou moldagem em fibra de vidro, por razões de custos idealizei para construção em multi chine
( 3 paineis de compensado naval em cada costado ).
Acompanhe a construção na escala de 1:10, obedecento exatamente os passos e
técnicas a serem usados em tamanho natural.
DADOS
COMPRIMENTO 23 PÉS
LINHA D'AGUA 20,9 PÉS
BOCA 6 PÉS
DESLOCAMENTO 1.400 KG
MOTORIZAÇÃO DIESEL 10/20 HP
A CONSTRUÇÃO, PASSO A PASSO.



1- Gabaritos de cada secçao do cavername montados em cartão paraná são
colados em pé numa base de madeira com as referências marcadas.
2- 8 longarinas são coladas de proa a popa nos vertices das secções que darão
suporte aos painéis de compensado.
3- 3 painéis sao colados em cada bochecha .
4- Depois de seco o casco já tem sua forma definitiva e resistência
suficiente para ser removido da base de madeira.
5- Ainda com os gabaritos monta-se o verdugo e as travessas que sustentarão os
decks de proa e de popa.
6- Com o verdugo pronto o casco já tem resistência suficiente e podemos tirar os
gabaritos de cartão. Os cavernames estão lá formando as costelas do casco.
7-8- Os decks são feitos de compensado de 2 mm laminados com cedro.
9- Com a parte superior pronta montamos o guarda-mancebo.
10- Em embarcações como esta e os cat boat são feitos de chapa de madeira
colados em pé numa base de madeira com as referências marcadas.
2- 8 longarinas são coladas de proa a popa nos vertices das secções que darão
suporte aos painéis de compensado.
3- 3 painéis sao colados em cada bochecha .
4- Depois de seco o casco já tem sua forma definitiva e resistência
suficiente para ser removido da base de madeira.
5- Ainda com os gabaritos monta-se o verdugo e as travessas que sustentarão os
decks de proa e de popa.
6- Com o verdugo pronto o casco já tem resistência suficiente e podemos tirar os
gabaritos de cartão. Os cavernames estão lá formando as costelas do casco.
7-8- Os decks são feitos de compensado de 2 mm laminados com cedro.
9- Com a parte superior pronta montamos o guarda-mancebo.
10- Em embarcações como esta e os cat boat são feitos de chapa de madeira
dando-lhes uma característica interessante.
11- Com ele o barco parece ter uma gola rolê. Vamos então a pintura do casco.
12- 13-Protegida a parte de cima com fita crepe e papel, damos uma mão de epóxi,
uma de massa fina e uma de fundo.
14-15-16-A construção está quase em sua fase final faltando ainda as ferragens,
toldo, mesa de navegação e casa de máquinas.
11- Com ele o barco parece ter uma gola rolê. Vamos então a pintura do casco.
12- 13-Protegida a parte de cima com fita crepe e papel, damos uma mão de epóxi,
uma de massa fina e uma de fundo.
14-15-16-A construção está quase em sua fase final faltando ainda as ferragens,
toldo, mesa de navegação e casa de máquinas.
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